A ERA OFICIAL DA PERFÍDIA

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A ERA OFICIAL DA PERFÍDIA

Tudo indica que o Brasil que nos espera a partir de primeiro de janeiro de 2019 não honrará os 70 anos da Declaração Universal dos Direitos Humanos.

A verdade e o respeito aos direitos não serão respeitados. Estará oficializada a era da dissimulação e da mentira deslavada.

Moro, quando juiz, era bom para julgar e condenar inocentes sem provas. Baseado apenas em suposições. Como é o caso do presidente Lula, preso político, em Curitiba.

Agora, nomeado xerife da Justiça, ao se deparar com um caso escandaloso e concreto de recursos arrecadados pela família Bolsonaro diz que não cabe a ele assumir o papel de dar explicações a respeito.

Isso demonstra o papel que Moro cumpriu e a parcialidade de sua atuação: para os amigos tudo, para os inimigos os rigores da lei e muito mais.

Suas declarações estão em toda mídia nacional e internacional hoje.

O mundo está estarrecido diante de mais um indício claro de que a justiça brasileira, por meio de Moro, seguindo um roteiro pré-estabelecido, colocou Lula na cadeia para impedí-lo de ser presidente da República.

O mínimo que Moro deve dizer, para honrar o cargo que ocupará, é que determinará, a partir de primeiro de janeiro, que a Polícia Federal e a Receita Federal entrem nessa investigação e desvendem esse escândalo.

E o que o Brasil esperava do TSE? que cumprisse seu papel de garantir eleições limpas.

Na cerimônia de diplomação de Bolsonaro, Rosa Weber, presidente do TSE, discursa sobre democracia e faz críticas ao pensamento único.

Discurso vazio, como muitos outros, pois mesmo diante de tantas provas não tomou nenhuma medida prática sobre o uso ilegal de fake news na internet, financiadas por empresários na campanha eleitoral de Bolsonaro.

E para os que querem ver está claro que o projeto de transferir o COAF do Ministério da Fazenda para o da Justiça faz parte deste show dos horrores.

Chico Vigilante Lula da Silva
Líder do PT na Câmara Legislativa do DF

Assessoria de Comunicação

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