Chico Vigilante pede providências imediatas para pacientes da saúde pública no Gama e demais RAs

Chico Vigilante pede providências imediatas para pacientes da saúde pública no Gama e demais RAs

 

O deputado distrital Chico Vigilante (PT) chamou a atenção mais uma vez, na noite desta sexta-feira (4), para a precariedade dos serviços públicos de Saúde do Distrito Federal. Vigilante telefonou para o secretário de Saúde do DF para pedir providências formais em relação a denúncia que recebeu da cidadã Gardênia Cristiane da Silva sobre a falta de atendimento no Gama.

Cardíaca, precisando seriamente de cuidados médicos imediatos, Gardênia contou que chegou no hospital sentindo-se mal mas não chegou a fazer a ficha. Ela perguntou ao atendente se estava tendo clínica medica e recebeu a resposta de que a unidade de saúde só estava atendendo “se a pessoa estiver morrendo”. De lá, ela seguiu para a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do Gama, mas também não chegou a ser atendida. Na UPA o atendente disse que poderia pegar a senha e fazer a triagem, mas já enfatizando que ela não seria atendida.

“Fiz a triagem e a enfermeira disse que não iria colocar a pulseira em mim, pois não a tinha, mas iria improvisar uma verde. Disse também que eu poderia ir pra casa, uma vez que só estavam atendendo casos com risco de morte. Meu medo é que estou na lista de espera de um cardiologista e nunca me chamam. Apresento frequentemente taquicardia, dor de ouvido, tontura, formigamento na mão, enjoo e fraqueza”, contou a paciente. Assim como muitos outros moradores, a situação de Gardênia é séria e tem deixado sua família extremamente preocupada.

O parlamentar, além de ter denunciado o caso para o Governo do Distrito Federal também pretende atuar para que sejam tomadas providências o mais rapidamente possível. “O sistema de Saúde do DF não pode atuar sempre dessa forma precária, negligente e despreparada, prejudicando a população que paga impostos. Isso é antigo e precisa ter um basta”, destacou o distrital.

Segundo ainda Chico Vigilante, a situação que foi relatada por pacientes do Gama também tem sido a realidade, nos últimos meses, em hospitais e UPAS de outras regiões administrativas do Distrito Federal.

 

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