CONFIRA A ENTREVISTA DO DEPUTADO REELEITO CHICO VIGILANTE (PT) AO JORNAL CORREIO BRAZILIENSE

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CONFIRA A ENTREVISTA DO DEPUTADO REELEITO CHICO VIGILANTE (PT) AO JORNAL CORREIO BRAZILIENSE

Você vai ser oposição ao governo de Ibaneis Rocha (MDB)?

Oposição declarada e já falei para ele pessoalmente na Ibaneis na Câmara Legislativa. Mas, como oposição, vou ajudar mais do que como muitos governistas. Tem gente que se diz governo e, na hora de aprovar projetos polêmicos, exige cargos. Nunca farei essa barganha. Vou votar a favor de todos os projetos bons para cidade. Se forem ruins, tentarei alterar, e se não der certo, voto contra.

 

Qual é a sua expectativa em relação ao governo de Ibaneis?

Ele precisa, no momento, descer do palanque. A campanha acabou. Continua fazendo promessas difíceis de serem cumpridas. Ele disse que cada cidade com até 30 mil habitantes terá um administrador regional. Numa cidade como Ceilândia, haveria mais de 10 administradores. Entendo que as administrações precisam, na verdade, de máquinas, tratores, asfaltos e pessoas qualificadas para tocar os trabalhos.

 

Acha possível o futuro governador reduzir impostos e aumentar salários?

Impossível. Fiz uns cálculos que mostram uma perda de R$ 1,3 bilhão com a redução das alíquotas que Ibaneis propõe. Outra coisa: não houve aumento de IPTU. O imposto foi apenas corrigido pela inflação.

 

Qual é o compromisso mais importante de Ibaneis?

Essa questão de pagar todos os reajustes é importante porque as leis que tratam disso foram consideradas constitucionais. Também é importante investir na saúde pública, área que vive a situação mais dramática, e na geração de empregos.

 

O governador Rodrigo Rollemberg vai deixar a casa arrumada?

Ele vai deixar o governo pior do que Agnelo deixou. Essa história de que não vai deixar deficit é papo furado. Ele vai deixar porque todo governador deixa.

 

O que acha do juiz Sérgio Moro como ministro da Justiça do governo Bolsonaro?

Ficou claro que ele era um político travestido de juiz e agora caiu a máscara.

 

Com a derrota do Fernando Haddad e a eleição de apenas três parlamentares do PT no DF, qual é o futuro do partido em Brasília?

O PT saiu das eleições como o partido mais votado. Vamos reinventá-lo e para enfrentar as eleições de 2022. Bolsonaro é o mesmo que Collor. Será um governo tão desastrado que o PT vai voltar. A imprensa já está sentindo saudades do PT no governo, com a proibição de jornalista de transitar no Congresso, o território da democracia.

 

Com a grande renovação, a próxima legislatura na Câmara Legislativa será melhor do que a atual?

Não acredito. Não tem que renovar os rostos e sim os costumes.

Assessoria de Comunicação

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