Deputado Chico Vigilante entra com representação no CADE contra os aumentos abusivos dos combustíveis no DF

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Deputado Chico Vigilante entra com representação no CADE contra os aumentos abusivos dos combustíveis no DF

O presidente da Comissão de Defesa do Consumidor (CDC) da Câmara Legislativa, deputado Chico Vigilante (PT), entrou, nesta quinta-feira (21/1), com uma representação junto ao Conselho Administrativo de Defesa Econômica (CADE) em razão dos preços abusivos dos combustíveis no Distrito Federal, com indícios de combinação de preços e formação de cartel. A representação foi endereçada ao presidente do órgão, Alexandre Barreto de Souza.

A população do DF vem sofrendo com preços abusivos de combustíveis e que são aumentados paulatinamente. O litro da gasolina está sendo vendido acima de R$ 5 em muitos postos. “A verdade é que o cartel se reagrupou. Brasília é a cidade com o maior lucro per capita na venda de combustível. Espero que o CADE reative a fiscalização e os processos que estava promovendo para que seja barrada essa escalada de preços no DF”, afirma o deputado.

A justificativa para os reajustes é sempre o aumento nas refinarias da Petrobras. No entanto, quando a estatal anuncia redução dos preços, isso nunca se reflete nas bombas. “Ou seja, quando a Petrobras aumenta os preços nas refinarias, os postos de combustíveis do Distrito Federal entendem ser seu direito repassar o aumento para o consumidor. Quando, porém, a estatal abaixa os preços nas refinarias, a redução não é repassada para o consumidor”, explica.

O deputado avalia que o brasileiro e o brasiliense, em particular, vêm sofrendo sistematicamente com a redução de seu poder aquisitivo, por conta de políticas equivocadas desde o Golpe de 2016 e que foram agravadas em função da pandemia e do desastre da atuação do Governo Federal.

“Quando o governo está sem rumo, desnorteado, cabe às instituições democráticas, de caráter permanente, atuar para minimizar os problemas sofridos pela população. E, nesse sentido, deixar o consumidor da Capital da República à fúria capitalista dos donos de postos de combustíveis não me parece correto”, assevera.

 

Chico Vigilante

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